Elevador cai em Belo Horizonte e deixa 11 pessoas feridas
Categorias
Gostou da matéria?
Notícias em seu Email
Notícias em seu site
Seu site pode ficar ainda melhor e atrair mais visitas ao incluir notícias sobre condomínios. As notícias são atualizadas diariamente e podem, de forma simples, ser inserida em seu site, sem nenhum custo. Saiba mais...Votação: Protesto de inadimplentes
Nesta segunda (09) por voltas das 16h, um elevador despencou do 10° andar de um prédio, no centro de Belo Horizonte. A auxiliar de serviços gerais Kéferni Cristina Rodrigues da Costa foi a única que não se feriu gravemente entre o grupo de 11 pessoas que estava no elevador.
De acordo com Kéferni, o elevador estava no 13º andar quando parou. Depois desceu até o 10º andar, parou, e aí caiu de vez. Desceu muito rápido, não deu pra fazer nada. Foi desesperador, as pessoas gritando de dor, chorando.
Depois do acidente, a porta foi aberta por pessoas que estavam no térreo e aguardavam o equipamento para subir o prédio. As vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros.
A mulher do operador industrial Wesley da Silva Elias quebrou os dois joelhos. Leila Aparecida de Matos Euzébio foi atendida no HPS João XXIII e transferida, na noite desta segunda, para o Hospital Santa Rita.
Elias esteve com a mulher no HPS. "Ela contou que foi tudo muito rápido. O elevador deu uma pane e logo depois chacoalhou tudo. A cabine caiu de uma vez, batendo no fundo do poço. As pessoas ficaram amontoadas e com falta de ar, uma tragédia", disse.
O elevador que despencou tem capacidade para 15 pessoas e é um dos quatro que funcionam no condomínio Joaquim de Paula, na rua Carijós 424. Os equipamentos foram interditados e não poderão funcionar até que o edifício apresente um laudo técnico que garanta a segurança dos elevadores.
Segundo o Hospital João XXIII, algumas vítimas tiveram fraturas nas pernas e joelhos. Todos passaram por avaliação e ninguém corre risco de vida. Segundo o tenente do Corpo de Bombeiros Ronaldo Lima, um laudo com as causas do acidente fica pronto em 30 dias. A polícia e a empresa que presta manutenção no elevador periciaram o local.
O oficial explicou que os responsáveis pelo condomínio apresentaram um recibo referente à última manutenção, feita no dia 24 de janeiro deste ano. "No recibo não consta o tipo de serviço feito," completou. No edifício ninguém quis falar sobre o assunto.
Fonte: Circuito Mato Grosso


