Construtoras Planejam Edifícios Que Prometem Baixas Taxas Condominiais

  • email Recomendar a um amigo
  • print Imprimir
  • Notícias em seu Site Notícias em seu site
  • Add to your del.icio.us del.icio.us
  • Digg this story Digg this

Gostou da matéria?

(total 0 votos)

Notícias em seu Email

Receba semanalmente notícias sobre condomínios em seu e-mail. É grátis!

Notícias em seu site

Seu site pode ficar ainda melhor e atrair mais visitas ao incluir notícias sobre condomínios. As notícias são atualizadas diariamente e podem, de forma simples, ser inserida em seu site, sem nenhum custo. Saiba mais...

Votação: Protesto de inadimplentes

Se a lei for aprovada em SP, seu condomínio irá protestar em cartório os inadimplentes?




Tamanho da letra Decrease font Enlarge font
image

Primeiro, as campanhas de redução de gastos em condomínios envolviam apenas síndicos e condomínios. Hoje, as construtoras já preocupam-se desde a planta, com medidas que garantem baixas taxas de manutenção.
 
 
Dentre as medidas utilizadas pelas empresas para reduzir o futuro custo do condomínio, o engenheiro menciona a utilização do vaso sanitário com caixa acoplada, com a qual gasta-se de oito a dez litros de água a cada descarga, contra 12 a 15 litros com o sistema de válvula.

Recomenda, também, a instalação de sensores de presença nas áreas comuns, especialmente nas garagens, para que a luz fique acesa somente quando há movimento de pessoas ou de automóveis no local. No tocante á economia de eletricidade, o engenheiro Zolet também lembra que “hoje existe uma variedade muito grande de lâmpadas que podem ser usadas na área comum e que têm maior durabilidade e menor consumo de energia, como as fluorescentes do tipo compacta”.

VIDEOPORTARIA

Outro ponto destacado (e foi esta a razão principal do artigo que escrevemos) diz respeito á existência de uma única entrada no edifício, com visão e supervisão da entrada da garagem, visando diminuir as despesas com funcionários. Vale lembrar, a título de curiosidade, que até há poucas décadas era comum haver edifícios com necessidade de manobrista ou com duas entradas, uma social e outra de veículos e serviços, esta de preferência longe e escondida.

Atualmente, já não se concebem mais garagens com manobristas, nem saída de veículos dissociada da portaria.

A utilização de técnicas de vigilância, como câmeras de segurança, permite que o zelador ou o porteiro tenham visão de todas as árvores comuns do edifício, com redução de custo sobre a utilização de pessoal,

pondera o engenheiro. Nos edifícios que não comportam a instalação desse tipo de equipamento, que exige um custo inicial maior, a solução são os videoporteiros, interfones com câmeras acopladas, que permitem que o morador veja quem está fora do prédio através de um monitor instalado no apartamento.

O importante, voltamos a frisar, é que o incorporador, a construtora, o arquiteto e o engenheiro se preocupem efetivamente, desde já, com os gastos do futuro condomínio. Se possível, devem instalar medidores individuais de água, elevadores mais econômicos, material de menor desgaste e menos suscetíveis aos maus usos.

Em suma, planejar o prédio de modo a gastar menos energia, menos água, menos manutenção e menos funcionários.

Advogado e colaborador da Folha do Síndico e do Jornal do Síndico
 
Fonte : Folha do síndico





  • email Recomendar a um amigo
  • print Imprimir
  • Notícias em seu Site Notícias em seu site
  • Add to your del.icio.us del.icio.us
  • Digg this story Digg this

Comentar comment Comentários (0 publicado)